GRANDES MENTES DA HISTÓRIA

8 11 2008

mente

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13 responses

8 11 2008
mariaflor

Até é pecado por uma coisa destas junto ou comparado com grandes mentes,nem que seja por brincadeira.

8 11 2008
INÊS TELES

Infelizmente é bem verdade!
Ainda hoje,no Telejornal da TVI, vi o Sr. “INGENHERO” a afirmar com o seu ar peremptório / anedótico/patético que o “MAGALHÃES” é fabricado em PORTUGAL…A peça provava por a+b, e com fotos a acompanhar, que o dito é fabricado e distribuído, há muito, por vários países …
Mais: dizia a voz do jornalista que de PORTUGUÊS o MAGALHÃES tem o logotipo e a caixa de cartão de embalagem.
Querem mais mentiroso e ridículo?
Enfim, cada país tem o governo que merece. E nós, parece que merecemos este!
Até amanhã no Terreiro do Paço às 14h.
Abraço a todos os Profs. de boa vontade!!!!!
Inês

8 11 2008
LeniB

Pois é… há uns “clever mind”, outros “brilliant mind”, outros ainda “inteligent mind” e nós por cá temos um “never mind”…

9 11 2008
Jorge Alberto

Sensacional!

Aqui no Brasil há muitos políticos tão mentirosos quanto o Sócrates.

9 11 2008
a

Esta já anda pela net desde que o socas foi leito, antes era com outro personagem, mesmo assim é sempre oportuno não esquecer o “xuPetaS”

13 11 2008
A Verdade

Se o primeiro-ministro e a ministra da educação estão assim tão interessados numa avaliação séria dos professores, por que razão não optam pelo modelo de avaliação – por exemplo – da escola que ficou em primeiro lugar nos rankins? O Colégio de S. João de Brito? Não o fazem. E sabem porquê? Porque o primeiro-ministro e a ministra da educação sabem que a imposição do modelo de avaliação burocrático nada tem que vem com a qualidade de ensino. É apenas um braço de ferro político que visa varrer das escolas publicas os professores mais velhos, mais experientes, mais caros e mais corajosos. O objectivo é apenas tornar a vida impossível aos professores e obrigar os que estão no topo da carreira a pedirem a reforma antecipada. O Governo ganha duplamente: esses professores ficam com reformas baixas por via das penalizações e são substituídos por mão de obra barata e dócil. Tudo o resto é areia para os olhos da opinião pública.
(in: http://www.profblog.org/2008/11/e-quem-vai-avaliar-este-psictico.html)

16 11 2008
claudia

Esta é defacto a verdade inquestionável que falta vir a público em todos os mass media.
Os professores querem ser avaliados por um sistema e modelo justo e credível, que dignifique o trabalho que fazem.
Os professores querem ensinar, apenas ensinar os seus alunos.
Deêm-nos tempo para o fazermos, não nos afundem em papel inútil!

16 11 2008
claudia

Até quando estaremos dispostos a deixá-lo mentir?
O velho ditado popular afirma que “A mentira tem perna curta!” Digo eu que o tempo desta depende de nós!

20 11 2008
Atm

Avaliação de desempenho docente:
Parâmetros:
1 – Assiduidade ( encontram-se as faltas nas secretarias)
2 – Horários Lectivos e seu cumprimento.
3 – Turmas leccionadas
4 – Dossier do Professor: Programas
Programação das aulas
Unidades lectivas
Matéria leccionada ( e não leccionada)
Exercício e pontos
Avaliação dos alunos
(avaliação do aluno pelo professor,
Auto e hetero-avaliação na e da turma)
Avaliação do Professor
(avaliação do professor por cada aluno,
Auto e hetero-avaliação do professor)

5 – Portefólios
6 – Relatório do Professor
Relatório de Actividades
Relatório de clubes
7 – Creditação de Acções de Formação…
8 – Avaliação do Delegado de Disciplina
Ou do Coordenador do Departamento
Referendada pelo Conselho Pedagógico
E Conselho Executivo.

Nível da Avaliação:
Não Satisfaz,
Satisfaz,
Bom,
Muito Bom
e (Excelente)
Tão simples com isto!
____________________________________________________

O que é que faz este Governo’
O que faz esta Ministra e seus apaniguados?
Fazem um ECD nas costas do professores, hostilizam-nos, fazem divórcio com eles…
e agora querem diálogo.
Está tudo às avessas!
Nunca quiseram ouvir os professores,
não dialogaram,
só impuseram!
Inclusive os Sindicatos assinaram
com medo e para que não se apagasse a chama que fumegava..
Mas ela acendeu-se… e agora andam com as calças na mão!

Na manifestação do dia 8 de Novembro…
antes da manifestação pôs-se a sinistra a cantar de galo
no Porto, longe da manifestação
e hipócrita e covardemente apoucou a Manifestação e os professores
e os seus sacristão fizeram o mesmo!
Agora aqui del Rei!

Os ovos de Fafe,
os tomates da Grande Lisboa
deitaram ao lixo o EA ( Estatuto do Aluno)
e agora os alunos entraram em roda livre!!!

Pare-os, Senhora Ministra!
Les enfants sont les anges!

Segure-os!

Agora é que tudo está na corda bamba!
Os professores já entraram em roda livre para a Senhora!
E esta entrou em parafuso! Até teria boa vontade! Mas de boas vontades…

Atenção que os encarregados de educação
ainda não entraram em cena, quando virem as suas crias a chegar ao 12º ano e analfabetos, reprovados às portas da Universidade!
As Fábricas a rejeitá-los por serem asnos e os cotas e o Estado que gastou com eles à media de 5.000,00 Euros ao ano portanto a multiplicar por 12 = 7 0.000,00 Euros vai ser uma festa!
Podem começá-la por antecipação.
O ensino público está na forca; só bas ta abrir o açapão!

Depois não será ovada e tomatina
mas sim mocada na vitrina!
bye, bye!

14 12 2008
O.Pina

ESTE É QUE VOS TOPA BEM……VÃO TRABALHAR MALANDROS!

Cuidem-se, srs. professores
Agora sim está claro. Pela primeira vez os sindicatos dos professores mostraram a carta escondida na manga. Andaram meses a protestar contra as avaliações e a dizer, ‘urbi et orbi’, que o sistema do Governo era muito burocrático, muito injusto, muito pesado.

Agora finalmente apresentaram uma proposta alternativa à ministra da Educação e propõem, como é óbvio, um sistema nada burocrático, justíssimo, bastante leve e ultra-rápido. Isto é, cada professor auto-avalia-se. Diz qual é a nota que quer, inscreve-a numa ficha que depois é homologada pelo conselho executivo de cada escola. Fica assim provado, para sempre, que os sindicatos não querem a avaliação dos professores, pretendem apenas passagens administrativas, como diz a ministra.

Em minha opinião, o que os sindicatos propõem é uma fraude. Uma descarada fraude, com cada professor a ditar uma nota que não avalia nada. Nem o mérito, nem o esforço, nem o saber, nem os métodos pedagógicos, nem a assiduidade, nem nada. Se os sindicatos são capazes destes malabarismos, o que me revolta e causa indignação é a aceitação dos professores da tutela do sr. Mário Nogueira, que já ontem anunciou que vai pôr em marcha o processo para um novo recorde – o maior abaixo-assinado da História. Ou muito me engano ou o pastor Nogueira anda a candidatar-se ao Guinness Book. Que vergonha, senhores professores, aceitarem ser liderados por este agitador, até em matéria de honra e dignidade.

Os senhores professores querem avaliar-se a si próprios? Os senhores professores que têm andado a boicotar o sistema de avaliação proposto pelo Ministério acham que a dignificação da classe tem de passar por este desonesto procedimento, que pais e alunos e toda a população portuguesa percebem e condenam?

Daqui a dias, vão ver, são os alunos que já não querem ser avaliados, tal como os professores. Afinal quem está a fomentar a indisciplina nas escolas? Afinal quem está a destruir o sistema de ensino. Afinal quem está a estilhaçar a exigência e o rigor de um ensino mais qualificado? Verifiquei hoje que já um número elevado de professores se levantou contra a irresponsabilidade e o desvario dos sindicatos. Oxalá esse número aumente para salvar a escola pública. Aplaudo a coragem desses professores que recusam a auto-avaliação e percebem que a seriedade das suas posturas tem de prevalecer no confronto com métodos dos impostores que ameaçam não deixar nada de pé.

Emídio Rangel, Jornal

13 de Dezembro de 2008 22:02

14 12 2008
O.Pina

MAIS OUTRO QUE VOS TOPA……DANIEL AMARAL, NO DIÁRIO ECONÓMICO
«Para resolver um problema, precisamos de conhecer as causas que o originam. No caso da baixa produtividade, essas causas são essencialmente três: as condições de trabalho, associadas à organização das empresas e à qualidade dos gestores; a burocracia envolvente, que emana das funções do Estado; e a qualidade da mão-de-obra, fruto da escolaridade que herdámos dos nossos avós. Mas a razão principal é esta última: somos maus porque não cuidámos da Educação.

Cuidar da Educação, a nível nacional, é uma tarefa hercúlea mas gratificante. No centro do processo, como é óbvio, hão-de estar os professores. A política a seguir, definida pelo Governo e acompanhada pelas escolas, deverá passar pela fixação de objectivos, pela escolha de meios e pela avaliação de resultados. E, como sempre acontece, da avaliação há-de resultar que uns professores são melhores do que outros. Tudo bem: os melhores deverão ser premiados e a vida continua.

É aqui que surge o problema: os professores rejeitam avaliações. Claro que não é isso que dizem, mas é isso que se intui do que fazem. É curioso, aliás, como eles são contra tudo o que mexe e logo a seguir fazem greve. Foi assim em 2005, já não me recordo porquê; foi assim em 2006, porque não gostavam dos horários; é assim em 2008, porque a avaliação é uma chatice. Birrinhas corporativas: no fundo, eles não querem perder privilégios. E nós? Vamos querer que eles não queiram?

A resposta está nas mãos de Sócrates. E creio que já não haverá meio-termo: ou cede ou não cede à chantagem dos professores. Se optar pela cedência, o melhor é esquecermos a reforma da Educação, pelo menos por mais dez anos. Será a vitória do corporativismo balofo, do sindicalismo incoerente, dos partidos bota-abaixo. Será também a derrota dos que se opõem à terra queimada. A “luta” dos professores é uma luta contra o desenvolvimento do país.»

14 12 2008
Álvaro Barreirinhas

Não há um colega que dê a resposta adequada a este O.Pina?

18 12 2008
pjrcarvalho70

Ó Álvaro:
Acredite que ainda comecei a fazer esse tipo de respostas, como ao baboso do Rangel, mas mudei de estratégia, até porque sou professor (e outras coisas) e tenho muito mais que fazer do que perder tempo a responder a mentecaptos. A nossa luta continua, e não será por causa de meia dúzia de alarves que de Educação percebem tanto como eu de porcas prenhas, que iremos esmorecer!
Cumps

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